Se ele parar, eu paro!
Nicholas Christakis e James Fowler fizeram uma interessante pesquisa e divulgaram-na no New England Journal Of Medicine, jornal inglês, acerca do ato de parar de fumar. Segundo os dois pesquisadores, a chance de você parar de fumar é maior quando um esposo, namorado, amigo, parente, colega de trabalho ou qualquer pessoa que conviva com você também pára.
Conclui a pesquisa que parar de fumar é contagioso. Segundo eles, da mesma forma que somos influenciados em diversas áreas da vida seguindo conselhos ou mesmo vendo mudanças para melhor nas pessoas próximas, mesmo que seja o famoso “amigo do amigo do conhecido”, quando alguém deixa de fumar, quase que instantaneamente todos os fumantes da rede social em que está inserido tentam deixar o vício. Se não conseguem, paciência, mas o grau de “conversão” é grande. Veja os números:
- Quando um dos cônjuges pára: diminui 67% as chances de o outro continuar;
- Quando um amigo pára: cai para 36% de chances de o outro continuar;
- Colega de trabalho: 34%
- Irmão: 25%
Como eu sou meio diferente em tudo, aconteceu o contrário. Eu já havia fumado coisa de dois ou três cigarros até começar a fumar de verdade, anos depois deste evento. Entretanto, comecei mesmo após ver meu pai quase morrer por conta de um infarto e ter três paradas cardíacas, ficando certo tempo na UTI e passando maus bocados.
Quero agora é que minha mãe tente parar. Numa dessas, sou influenciado. Tomara.
Fonte: G1
Parando de fumar: devo evitar o cafezinho?
A grande e esmagadora maioria dos fumantes deve, sem dúvida, evitar a cafeína na sua dieta quando tenta parar e fumar. Primeiro porque é uma bebida que está associada diretamente ao hábito de fumar, não somente pela cafeína em si. Todo e qualquer fumante já deve ter pautado suas idas ao fumódromo da empresa ou a sua pausa para um cigarro regado a muito café preto expresso. E segundo porque a cafeína, ou qualquer produto a base da mesma, estimula a vontade de fumar.
Como fazer então para evitar a cafeína?
Primeiro você deve começar preparando cafés da manhã diferentes. Você pode muito bem substituir o café por sucos de frutas naturais, por iogurtes leves, bebidas lácteas, chás descafeinados ou até mesmo leite puro. Evite também comer coisas muito pesadas, não só no café da manhã vale esta dica, mas a sensação de “peso” no estômago e o dito “estufamento” lembram o seu cérebro da hora do cigarro. Depois de uma refeição pesada é quando os fumantes mais gostam de acender um cigarro.
Se você trabalha em uma empresa que serve café numa cozinha ou mesmo coloca as garrafas térmicas ou máquinas de expresso perto do seu ambiente de trabalho, evite passar por eles para lembrar-se do gosto e não sofrer também com a vontade de tomá-lo.
Outra dica muito importante é dizer para seus colegas de trabalho não oferecerem uma ida ao café para um momento de pausa. Leve frutas leves para o trabalho e faça pequenos lanches. Há também quem prefira usar chicletes e doces desse tipo. O principal é evitar o cafezinho.
Se a vontade for irresistível, tome café-com-leite, misturando o máximo de leite possível na bebida. Boa sorte!
Como amenizar os sintomas da abstinência do cigarro?
Já sofri, mesmo que não por muito tempo, os sintomas da abstinência do fumo. Nas vezes que tentei parar de fumar, após três ou quatro horas a vontade de fumar era tanta que eu sentia o cheiro do cigarro de alguém há dez metros de mim fumando. Quando andava na rua, seja de ônibus ou de carro, olhava pela janela em busca de gente fumando e notava melhor os fumantes tendo prazer naquela fumada. Era como se eu estivesse vendo uma propaganda de um produto que eu queira muito ter e não possa por não ter dinheiro naquele momento.
Segundo pesquisas realizadas com fumantes, o ápice da abstinência ocorre após o terceiro dia sem colocar um cigarro na boca. Muitos dos pesquisados pareciam estar em depressão de tão desanimados que ficavam. Além disso, dores de cabeça, sono constante, cansaço, mal-humor e dispersão de atenção também são notados no aspirante à ex-fumante.
Seguem aqui algumas dicas do que você pode evitar para melhor lidar com os sintomas da abstinência no cigarro:
- Evite fazer o que você fazia e relacionava com o cigarro, por exemplo, tomar cafezinho de instante em instante. Evite tomar o café mas se não puder, experimente tomá-lo com leite e acompanhado de algum lanche, como algumas bolachas salgadas.
- Use gomas de mascar (chicletes) quando a vontade for muito aguda. O fato de você ocupar a boca com o chiclete ajuda a “enganar” o cérebro com alguma atividade que teoricamente compensaria o hábito de levar o cigarro à boca e tragar (como sabemos, o vício não é só da nicotina, é também do hábito).
- Se a vontade estiver latente e você estiver chegando na linha tênue que separa um ex-fumante de uma recaída, tente ler algum livro, dormir, fazer uma refeição leve (nunca comer demais).
- Fazer exercícios também é uma boa (e necessária) recomendação. Além de você ocupar seu tempo com uma coisa saudável, cuidar do seu coração que já está castigado pelo cigarro, você estará oxigenando seu cérebro que produzirá substâncias capazes de ajudar a esquecer a vontade de fumar, substituindo por uma sensação de bem estar quase comparável ao prazer da nicotina.
- Evite tomar qualquer bebida alcoólica.
- Evite ficar perto de pessoas que fumam e possam instigar a sua vontade.
- Beba um copo de água gelada sempre que estiver com vontade de fumar.
- Tente comer mais frutas de que o normal, para evitar engordar ingerindo comidas muito calóricas e que, de uma forma ou de outra, também geram vontade de fumar.
Vale sempre lembrar que é sempre indispensável o acompanhamento médico na hora de decidir parar de fumar.
Maldito vício
É triste falar isso mas, se não fosse o nível de nicotina, que neste momento está estabilizado em meu organismo, estaria tão inquieto que mal poderia digitar. Essa é uma das características que meu corpo apresenta quando fico durante determinados períodos sem o cigarro acender. Também fico com um mau-humor insuportável (minha esposa que o diga).
Mas como um hábito tão ruim ainda é mantido por mim?
Aos dezessete anos acendi o primeiro cigarro. Na época, havia visto um colega de colégio fumando e simplesmente achei aquilo horrível. Imagine: um garoto da minha idade fumando! A primeira impressão que tive, a respeito do garoto, é que ele estava querendo chamar a atenção das garotas e dos outros colegas que o cercavam. Achei aquela técnica bem imbecil. Resultado: uma semana depois estava eu lá com o maldito na boca, fazendo igual.
No começo o cilindro esfumacento era inofensivo, já que eu não o tragava. Mas, sem eu saber, meu organismo ía se acostumando com a fumaça e seus igredientes viciantes. Após algum tempo “fumando de brincadeira”, mais ou menos um mês ou dois, comecei a tragá-los. A partir daí fumei cigarros quase que todos os dias da minha vida. Depois disso já se passaram 17 anos e ainda os fumo com frequência igual.
Tentando responder a pergunta em negrito que está lá em cima, não foi por ignorância. Eu já sabia o que estava fazendo. Sabia de todos os malefícios dos componentes do cigarro. Também sabia que a probabilidade em adquirir doenças graves, ou não, em fumantes é maior. Porém ele me tranquiliza e me serve de companhia nas horas ruins (pura balela que meu cérebro assimilou como verdade). A verdade é que o organismo ficou tão acostumado com as doses diárias de impurezas que o incômodo causado pela falta delas chega a ser insuportável.
Isso não justifica a origem do vício mas sim a permanência nele. Creio que a origem tenha sido por auto-afirmação mesmo, já que na época era moda o cigarro e a bebida entre os mais velhos e, como todos, eu também queria ser dono do meu próprio nariz.
Infelizmente, assim como no meu caso com o cigarro, diversos jovens e adolescentes também experimentam outras drogas e acabam entrando num caminho sem volta.
Texto escrito exclusivamente e cedido gentilmente por Fernando “Pulga” Silveira — pai do Patrick — que comanda o CronicaNet a pulsos firmes, um blog muito interessante que vale a sua visita!
Atitudes que ajudam a parar de fumar
Quando estamos tentando parar de fumar, nosso psicológico trabalha contra. Não pense você que somos viciados única e exclusivamente na nicotina ou em alguma das milhares de substâncias que o cigarro é composto. Mais das vezes, não sentimos tanto a falta da nicotina no organismo como sentimos a falta dela psiquicamente, ou seja, nosso cérebro lembrando que o corpo precisa de nicotina e jogando pensamentos e nossa mente dizendo que queremos mais um cigarro, precisamos dar mais uma tragada, como é bom a sensação de saciedade causada pelo fumo, etc e tal.
Concluo, então, que o nosso setor psicológico é um dos nossos maiores — se não o maior — inimigos na hora de abandonar completamente o vício. Mas como fazer para ficarmos menos vulneráveis às investidas do nosso cérebro pedindo por mais uma tragada quando estamos tentando parar de fumar ou mesmo já não-fumantes tentando se manter firmes sem cigarro?
Algumas dicas são importantes como:
- Não deixe isqueiros à vista. Jogue-os fora, de preferência. No caso de você ter isqueiros de coleção, daqueles Zippo originais que custaram caríssimo, dê um jeito que eles não só fiquem fora da sua visão, como fora do ambiente que você mora e trabalha. Mesmo que ele seja caro, venda para algum colecionador, dê de presente (estará incentivando o fumo em outras pessoas, cuidado com sua ética!), mas não fique com ele sob hipótese alguma.
- Guarde ou, melhor, jogue fora todos os cinzeiros da sua casa. Mesmo que você lave, se ele foi muito usado e dependendo o material que ele é feito, vai ficar com o cheiro das cinzas e te lembrar das sensações. Ainda, o simples fato de você visualizá-lo pode por a perder toda e qualquer tentativa.
- Lave TODAS as suas roupas de cama. Ainda que você não fume na sua cama, ainda que você não fume no seu quarto, o cheiro de fumaça de nicotina que fica empregnado em você acaba se transferindo para a fronha, o travesseiro, o lençol, edredon, etc.
- Lave as cortinas da sua casa. Se você fuma em casa, além de ter que lavá-las constantemente para tirar a sujeira acumulada pela fumaça do cigarro, é importante que você lave-as para que o cheiro saia por completo. Se for necessário, substitua-a por uma nova ou que não tenha tido contato com cigarro.
- Por algumas semanas, ligue os ventiladores nos ambientes que você fumava ou alguém fumava nele. Deixe as janelas abertas por algum período, use produtos como desodorizadores de ambientes, deixe o lugar limpinho e cheiroso a fim de que isso não te ajude a sequer lembrar o cheiro do cigarro.
Estas medidas não são suficientes por si só para acabar com o vício. Entretanto, dicas como essa ajudam-nos a liberarmos nosso pensamento para coisas melhores, evitando coisas que nos lembrem constantemente de que fumávamos.
Parar de fumar gradativamente. Funciona?
Vários estudos são feitos no âmbito da saúde em relação às consequências que o cigarro nos traz. Muitas são as doenças, muitos são os reflexos no estilo de vida, enfim, existem explicações e teorias para tudo o que tange essa difícil tarefa de abandonar o vício. Mas uma coisa que não ficou bem explicada e que tira o sono de muita gente que quer parar de fumar é se a forma de parar de fumar gradativamente, ou seja, se deixar o vício aos poucos até chegar o dia de parar definitivamente traz resultados benéficos.
Muitos dizem que sim, que o certo é fazer isso, ir parando aos pouquinhos e depois cortar de vez o cigarro. Outors não, defendem que se você não nasceu fumando pode parar de uma vez só e seu organismo deve se acostumar com isso. Entretanto, neste segundo método, a força de vontade necessária para lograr êxito precisa ser multiplicada várias vezes.
Se funciona ou não, a receita de bolo está disponível para quem quiser tentar, sempre levando em consideração que é extremamente um acompanhamento médico, principalmente de um cardiologista, para que parar de fumar bruscamente ou mudar seu estilo de vida de uma hora pra outra não atrapalhe mais ainda a sua saúde. Veja:
Parada Gradual Redutória
Você vai reduzir gradualmente o número de cigarros. Por exemplo, se você fuma 40 cigarros por dia (duas carteiras):
- 1º dia - você fuma os 40
- 2º dia - você fuma 35
- 3º dia - você fuma 30
- 4º dia - você fuma 25
- 5º dia - você fuma 20
- 6º dia - você fuma 15
- 7º dia - você fuma 10
- 8º dia - você fuma 5
- 9º dia - você para de fumar definitivamente, ou seja, nenhum cigarro.
Parada Gradual Retardatória
Neste método você vai retardando o horário que fuma o primeiro cigarro ao invés de ir reduzindo aritimeticamente o número de fumadas que você dá por dia. Por exemplo:
- 1º dia - você fuma o primeiro cigarro às 9h da manhã.
- 2º dia - você fuma o primeiro cigarro às 11h da manhã.
- 3º dia - você fuma o primeiro cigarro às 13h.
- 4º dia - você fuma o primeiro cigarro Às 15.
- 5º dia - você fuma o primeiro cigarro às 17h.
- 6º dia - você fuma o primeiro cigarro às 19h.
- 7º dia - você fuma o primeiro cigarro às 22h.
- 8º dia - Este é o dia que você não fuma, ou melhor, o dia em que você deixa de fumar e não coloca mais um cigarro na boca.
Nunca tentei nenhuma das duas técnicas, mas prometo testá-las e ir relatando aqui qual vai ser o aproveitamento e dicas para ajudar a deixar de fumar com estes métodos graduais.
Quantas horas você consegue ficar sem fumar?
Uma das tentativas de parar de fumar mais saudáveis que eu já fiz, foi estabelecendo rankings com meus colegas de trabalho. Uma vez, o Biazus, um amigo de sala, e Eu, resolvemos fumar o — teoricamente — último cigarro e abandonar de vez o vício. Não se passaram muitos minutos para que, cientes de que estávamos tentando parar, mesmo não precisando de cigarro naquele momento, até que começamos a sentir uma vontade enorme de acender mais um.
Como disse, já estávamos saciados, o nosso organismo já tinha recebido a nicotina suficiente que o vício proporcionava naquele momento. O duro mesmo é que, se você para pra pensar na hora que decide parar de fumar, você tem uma sensação parecida de estar a horas sem qualquer tragada e sem perspectiva nenhuma de que isso aconteça, mas elevanda a enésima potência.
O desespero que foi batendo foi tão grande que confabulávamos:
- Bah, e agora? o que vamos fazer?
- Nenhum cigarrinho a mais?
- E depois do almoço, como faremos?
- Putz, este foi mesmo o último?
- Acho que não vamos conseguir!
Por várias vezes, mesmo apenas uma hora após ter fumado o último cigarro, o desespero voltava e tínhamos vontade de refazer a última fumada, como se a qualquer momento pudéssemos não sentir aquela angústia de que estávamos não largando apenas de um elemento químico que o nosso corpo se viciou, mas de um hábito que perdurava meses, anos, no caso dele, décadas. Era o famoso fator psicológico entrando em cena. Era a dependência psíquica que já tínhamos com o hábito.
Quando conseguimos ficar uma manhã toda livre do isqueiro, é que entregamos os pontos e não conseguimos mais. Fomos novamente derrotados pela dependência química e psicológica que o cigarro proporciona. Era mais uma tentativa frustrada de largar o dito cujo. Pobre Biazus, pobre Eu.
Ficar sem cigarro na madrugada - pior experiência para um fumante
No post anterior eu falei sobre os motivos que levam o sujeito a deixar de fumar. Quando se é novo, ou a gente não dá tanta importância para as doenças que o cigarro causa a longo prazo ou então achamos que tais mazelas demorarão muito a aparecer e, por isso, acabamos relegando ao segundo plano tais preocupações.
Os motivos chamados secundários é que nos incomdam imediatamente, como por exemplo o cheiro, o convívio com não-fumantes, a fumaça em excesso no ambiente em que convivemos e etc. Mas uma das piores experiências e um dos sinais de que precisamos parar de fumar é, com certeza, a abstinência do cigarro. Digo, o medo constante de ficar sem cigarro nas mais variadas horas do dia. Uma delas é a madrugada.
Não há coisa pior para um fumante que sofre de insônia do que acordar no meio da madrugada com vontade de fumar e não ter o cigarro. Ele sai de casa de qualquer jeito, procura algum estabelecimento aberto ou uma loja de conveniências de um posto de combustíveis em busca de uma carteira novinha em folhas.
Se isso não ocorre, um dos sintomas piores da dependência do fumante é trazido a tona: a escravidão. A falta de liberdade em dizer que nesta noite você não vai fumar. É normal que o fumante se preocupe constantemente com o abastecimento de cigarro, se ele tem ou não cigarros para passar determinado período. Mas quando o cáculo é feito de maneira errada e sobra pra madrugada insone, danou-se. Lá se vão horas e mais horas sem dormir só esperando para fumar mais um.
É um sentimento único que de fora, para quem não fuma, parece bobo. Só um fumante entende o que é isso. É a maldita da dependência psíquica que, diferentemente da química, mexe com o organismo inteiro fazendo você viver um verdadeiro inferno.
Motivos que te levam a parar de fumar
Quando se procura uma ajuda profissional para tentar abandonar o vício do cigarro, a primeira coisa que o sujeito, o livro ou qualquer material didático a respeito, pede, é que você faça uma lista elencando todos os motivos que estão te levando tomar essa decisão.
A recomendação maior é que não se leve em consideração apenas e tão-somente apenas o medo que você tem de ficar doente, de desenvolver a longo prazo um câncer de pulmão, câncer de boca, câncer de laringe, ou mesmo doenças menos críticas como um enfisema pulmonar, asma, bronque crônica, fator de risco de hipertensão, etc.
Quem fuma sabe que existem outras razões que te levam a decidir sair dessa droga de vida:
- O cheiro que o cigarro causa nas suas roupas, suas mãos e no ambiente que você convive;
- O mal hálito que tem uma pessoa que fuma costumeiramente e não usa paliativos como balas, chicletes (gomas de mascar) ou enxaguatório bucal;
- O alto custo de um maço de cigarros, trazendo um prejuízo financeiro enorme para quem fuma uma, duas e até três carteiras de cigarro por dia;
- A dependência do cigarro que cria o hábito de sempre estar verificando se tem cigarro para passar aquele dia;
- Preocupações banais como sair na madrugada por estar sem cigarro e acabar rondando lojas de conveniência através de uma carteira fechada;
- Ansiedade causada por estar em algum lugar proibido e querer sair para fumar de instante em instante. Ou, como em viagens longas de ônibus, aguardar chegar num terminal e ficar extremamente irritado quando isso não acontece;
- O simples motivo de estar preso ao vício não tendo mais controle sobre a sua vida;
- O convício com pessoas que não suportam o cheiro do cigarro ou tem alguma doença que é rapidamente aguçada com a fumaça. Ainda o incômodo causado a terceiros que convivem diariamente com você.
Os motivos são vários. E a recomendação é sempre a mesma: faça uma lista de todos os motivos que te fizeram decidir por parar de fumar e leve-a consigo para lembrar posteriormente. Vai ser, sem dúvida, um incentivo a mais para largar o maldito cigarro. Boa sorte!
Salvador é a capital nacional dos fumantes
Segundos dados de uma pesquisa realizada pela Vigitel, Sistema de Monitoramento de Fatores de Risco, Salvador e Porto Alegre são as cidades brasileiras com maior número de fumantes por habitante. 21,2 porcento da população brasileira fuma. Salvador, a campeã no número de viciados em cigarro, tem mais de 9% da população ativamente fumante.
Segundo as entidades que lidam com saúde espalhadas pelo Brasil, é um número extremamente alarmante. A cada ano que passa esse número aumenta, mesmo com o incentivo do Governo aumentando impostos dos insumos do cigarro encarecendo-o e tornando, teoricamente, inviável financeiramente.
Falando de capitais, com exceção de Goiânica e Rio de Janeiro, os homens é que são os grandes consumidores. Eles ganham com números folgados das mulheres neste quesito.